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NOTÍCIAS :: TODAS

15/08/2019 16:01:58
Fonte: abcfarma
17/03/2017 22:05:30
Fonte: cura pela natureza
02/09/2016 21:53:03
Fonte: abcFarma
02/09/2016 20:55:02
Fonte: abcfarma
02/09/2016 20:26:46
Fonte: abcfarma
15/07/2016 18:24:47
Fonte: Fãs da psicanálise
15/07/2016 18:14:20
Fonte: Fãs da psicanálise
15/07/2016 18:00:55
Fonte: Fãs da psicanálise
21/06/2016 13:50:43
Fonte: oncoguia
18/06/2016 12:08:00
Fonte: direto de Brasilia
02/06/2016 12:42:53
Fonte: saúde e dicas
02/06/2016 12:21:34
Fonte: saude e dica
11/05/2016 19:42:30
Fonte: significados.com.br
11/05/2016 19:36:52
Fonte: doenças em Geral
11/05/2016 19:07:54
Fonte: Dr. Marcio
21/03/2016 13:24:34
Fonte: ABC FARMA
21/03/2016 13:21:02
Fonte: ABC FARMA
17/12/2015 19:10:37
Fonte: Tua Saúde
04/11/2015 13:25:50
Fonte: veja
04/11/2015 12:56:36
Fonte: g1
11/07/2015 09:23:24
Fonte: WMS
12/06/2015 19:59:51
Fonte: abc farma
18/05/2015 13:58:58
Fonte: Inova
18/05/2015 13:52:15
Fonte: Inova
18/05/2015 13:27:09
Fonte: clarissa tomé
15/05/2015 21:50:39
Fonte: guia de farmácia
15/05/2015 16:31:06
Fonte: sanavita
15/05/2015 16:17:41
Fonte: sanavita
15/05/2015 15:36:33
Fonte: Sanavita
15/05/2015 15:28:05
Fonte: sanavita
15/05/2015 15:08:23
Fonte: sanavita
15/05/2015 09:57:22
Fonte: sanavita
15/05/2015 09:51:28
Fonte: Sanavita
12/05/2015 13:47:23
Fonte: Sanavita
11/05/2015 08:54:40
Fonte: Sanavita
08/05/2015 22:26:36
Fonte: F.B.A.G.O
08/05/2015 12:59:08
Fonte: Dr. Leo
25/04/2015 16:26:53
Fonte: emssaude
25/04/2015 16:24:55
Fonte: EmsSaúde
25/04/2015 16:15:51
Fonte: RFD E Saúde
25/04/2015 14:34:58
Fonte: emssaúde
25/04/2015 12:54:07
Fonte: EmsSaúde
10/04/2015 11:00:00
Fonte: Guia da Farmácia
10/04/2015 11:00:00
Fonte: abcfarma
10/04/2015 11:00:00
Fonte: fabricantes e dermatologistas
10/04/2015 11:00:00
Fonte: Por Marcelo Cristian – Farmacêutico pós-graduado
10/04/2015 11:00:00
Fonte: Doutora Giovanna Dimitrov Consultora farmacêutica (CRF-SP 15.794)

Notícias portal G1:

Coronavírus: o que se sabe sobre o novo vírus que surgiu na China

Vírus é apontado como a variação de uma família já conhecida pelos cientistas. Veja o que se sabe sobre origem, transmissão e sintomas. Coronavírus: sintomas, risco no Brasil e tudo o que se sabe até agora A epidemia do novo coronavírus já deixou mais de 2 mil mortos. Mas por que este vírus está contaminando tantas pessoas? Abaixo, confira o que se sabe e o que ainda falta esclarecer sobre o coronavírus: Qual é a origem do vírus? Onde surgiram os primeiros casos? O que é responsável pela transmissão? Onde estão as infecções? Onde ocorreu a primeira morte? Como ocorre a transmissão? Quais são os sintomas? É um vírus que vem pra ficar ou vai 'desaparecer'? Há vacina disponível? Qual é o status de transmissão entre países? Coronavírus: infectologista explica o que é o vírus, sintomas e prevenção 1. Qual é a origem do vírus? O novo vírus é apontado como uma variação da família coronavírus. Os primeiros foram identificados em meados da década de 1960, de acordo com o Ministério da Saúde. O nome do vírus não foi definido pela organização. Temporariamente, recebeu a nomenclatura de 2019-nCoV. A doença provocada pela variação originada na China foi nomeada oficialmente pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como COVID-19, em 11 de fevereiro. Ainda não está claro como ocorreu a mutação que permitiu o surgimento do novo vírus. Outras variações mais antigas de coronavírus, como SARS-CoV e MERS-CoV, são conhecidas pelos cientistas. Eles também chegaram aos humanos por contato com animais: gatos, no caso da Sars, e dromedários, no vírus Mers. 2. Onde surgiram os primeiros casos? A OMS emitiu o primeiro alerta para a doença em 31 de dezembro de 2019, depois que autoridades chinesas notificaram casos de uma misteriosa pneumonia na cidade de Wuhan, metrópole chinesa com 11 milhões de habitantes, sétima maior cidade da China e a número 42 do mundo. O tamanho é comparável com a cidade de São Paulo, que tem mais de 12 milhões de habitantes. O surto inicial atingiu pessoas que tiveram alguma associação a um mercado de frutos do mar em Wuhan – o que despertou a suspeita de que a transmissão desta variação de coronavírus ocorreu entre animais marinhos e humanos. O mercado foi fechado para limpeza e desinfecção. Cronologia da expansão do novo coronavírus descoberto na China 3 . O que é responsável pela transmissão? Ainda não se sabe como se deu a primeira transmissão para humanos. A suspeita é que tenha sido por algum animal silvestre. O tipo de animal e forma como a doença foi transmitida ainda são desconhecidos. Uma hipótese é que o novo vírus esteja associado a animais marinhos. Entretanto, ao menos duas pesquisas apontam outras possibilidades: uma delas cita a cobra e, outra, os morcegos. Cobra chinesa (Bungarus multicinctus) que pode ter carregado a nova cepa do coronavírus LiCheng Shih/CCBY2.0 4. Onde estão as infecções? A maioria dos casos está na China, mas há registros em dezenas de países em 4 continentes. Na China, a doença foi registrada em todas as províncias do país, incluindo o Tibete, a última a registrar casos. A maior parte dos infectados estão na província central de Hubei. 5. Onde ocorreu a primeira morte? Na China, em 9 de janeiro. Um homem de 61 anos foi a primeira vítima. O paciente foi hospitalizado com dificuldades para respirar e pneumonia grave, e morreu após uma parada cardíaca. Naquele momento, 41 pessoas já haviam se infectado. Entenda o que é e como age o coronavírus 6. Como ocorre a transmissão? As pesquisas apontam que a primeira transmissão ocorreu de animal para humano. E depois passou a ocorrer de pessoa para pessoa. O que ainda precisa ser esclarecido, de acordo com o infectologista Leonardo Weissmann, é a capacidade de transmissão. "O vírus é da mesma família dos coronavírus, mas, por ser novo, não se sabe quão contagioso ele é. Sabemos só que as pessoas foram até o mercado da China. Mas qual é o nível de contágio? Pode ser só via aérea, secreções?" – Leonardo Weissmann. infectologista. Cientistas do Colégio Imperial de Londres estimaram que a taxa de transmissão do novo coronavírus entre humanos é de duas a três pessoas para cada paciente infectado. O relatório, divulgado em 25 de janeiro, é preliminar e foi feito a partir de modelos computacionais baseados em dados de epidemias anteriores. Raio X do novo coronavírus Amanda Paes e Cido Gonçalves/Arte G1 Outro ponto ainda a esclarecer está relacionado ao perfil dos pacientes. Ao menos três estudos científicos já divulgados apontam que homens idosos com problemas de saúde são os mais vulneráveis. A idade média das primeiras vítimas era de 75 anos, segundo o Comitê Nacional de Saúde da República Popular da China. Enquanto isso, um artigo divulgado na sexta (24) na revista "The Lancet" mostra que a maioria dos sobreviventes tem até 49 anos e é saudável. 7. Quais são os sintomas? Foram identificados sintomas como febre, tosse, dificuldade em respirar e falta de ar. Em casos mais graves, há registro de pneumonia, insuficiência renal e síndrome respiratória aguda grave. Infecções por novo coronavírus se espalham mais rápido, mas são menos letais que casos de Sars Ciclo do novo coronavírus - transmissão e sintomas Aparecido Gonçalves/Arte G1 8. É um vírus que vem pra ficar ou vai 'desaparecer'? Não se sabe ainda. Alguns vírus, como o da catapora, não voltam a causar a doença novamente após uma primeira infecção. No caso do vírus da zika, por exemplo, o corpo responde e a mesma pessoa não passa a ser afetada novamente, o que gera uma redução natural no número de casos. A ciência ainda precisa estudar se o 2019-nCoV gera uma resposta imune definitiva ou se uma pessoa pode ser infectada mais de uma vez. 9. Há vacina disponível? Ainda não há vacina disponível. A Coalizão de Inovações em Preparação para Epidemias (Cepi) – grupo internacional para o controle de doenças – anunciou um fundo para apoiar três programas de desenvolvimento de vacinas contra o 2019-nCoV, o novo coronavírus. A Rússia também informou que busca uma vacina para o vírus. Um grupo de cientistas americanos anunciou que deve começar a testar as vacinas em três meses. 10. Qual é o status de transmissão entre países? A OMS declarou em 30 de janeiro que os casos do novo coronavírus 2019 n-CoV são uma emergência de saúde pública de interesse internacional, não pelo que ocorre na China, mas pelos registros em outros países. Com isso, uma ação coordenada de combate à doença deverá ser traçada entre diferentes autoridades e governos. Confira o número de países com casos de coronavírus Esta foi a quinta vez que a organização decretou estado de emergência global para uma epidemia viral. As decisões anteriores foram tomadas para o zika vírus, a gripe H1N1, a poliomielite e o ebola. A OMS diz que entende como "emergência pública internacional" apenas "eventos extraordinários", quando há um risco para a saúde pública em outros países devido à propagação de doenças, exigindo uma ação coordenada. Supõe uma situação "grave, repentina, incomum ou inesperada, que tem repercussões para a saúde pública além das fronteiras nacionais do Estado afetado e que pode exigir uma ação internacional imediata". PODCASTS Initial plugin text
O clima no Brasil pode ajudar a combater o novo coronavírus?

Ao G1, infectologista diz a temperatura não bloqueia o vírus, mas o frio pode piorar transmissões. Covid-19 tem se espalhado principalmente em países do hemisfério norte, que atualmente está no inverno. Entenda. O Brasil é o primeiro país da América Latina a ter um caso confirmado de infecção pelo novo coronavírus – e ainda é incerto como a doença se comportará por aqui. Isso porque temos clima tropical e estamos atualmente no verão, ou seja, condição distinta da verificada nos países do hemisfério norte onde a doença Covid-19 tem se espalhado, como China e Itália. Na Austrália, que também está no verão, 11 das 15 pessoas que tiveram diagnóstico positivo já se curaram, de acordo com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de outros órgãos internacionais de saúde, compilados pela Universidade Johns Hopkins. Apesar disso, o diretor-executivo do programa de emergências da OMS, Michael Ryan, alertou contra o que chamou de "suposições" quando questionado sobre se o clima do país ajudaria no combate ao novo vírus. "Acho que precisamos ter cuidado ao fazer suposições sobre a propagação ou não de um vírus devido a condições climáticas ou outras [condições]", alertou Ryan. Também de acordo com infectologistas e especialistas ouvidos pelo G1, o clima e a temperatura podem não ter um papel tão fundamental assim na disseminação de uma doença. "Vírus não respeita temperatura. O H1N1 atingiu os Estados Unidos em pleno verão. A Influenza é um vírus de inverno e tem todo ano no Caribe [região tropical]. No ano passado, teve surto de H1N1 no Amazonas", disse a infectologista Nancy Bellei, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). De acordo com ela, a temperatura não bloqueia o vírus, mas o frio pode piorar transmissões já que as pessoas ficam em ambientes fechados. Para Rosana Richtmann, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo, e também da SBI, a propagação tem menos relação com o clima do que com a movimentação de pessoas. "No sudeste, que tem um trânsito muito maior de voos internacionais e uma densidade populacional muito maior, o risco eu acho maior, mas por causa dessas condições, não por causa das condições climáticas", disse. Veja outras perguntas e respostas sobre o coronavírus: Quais são os sintomas da doença causada pelo novo coronavírus? Que produtos de limpeza matam o coronavírus? Como o coronavírus é transmitido? Como se prevenir do coronavírus? Qual a taxa de mortalidade do coronavírus? Coronavírus pode contaminar encomendas que vêm da China? Animais de estimação podem transmitir o novo coronavírus? Máscaras servem para proteção contra o novo coronavírus? O novo coronavírus tem cura? Ciclo do novo coronavírus Arte/G1 Coronavírus: sintomas, risco no Brasil e tudo o que se sabe até agora Initial plugin text
Secretaria Estadual de Saúde confirma primeiro caso suspeito de coronavírus em Juiz de Fora

Informação foi divulgada na tarde desta quinta-feira (27) durante entrevista coletiva. No entanto, a SES-MG não informou se o caso é o da paciente de 51 anos que está internada no Hospital João Penido. Coronavírus visto em microscópio Getty Images/BBC A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou na tarde desta quinta-feira (27), o primeiro caso suspeito de coronavírus em Juiz de Fora. A informação foi divulgada durante uma entrevista coletiva. Apesar da afirmação, o Estado não disse se este caso se trata da paciente de 51 anos que está internada no Hospital João Penido, com possíveis sintomas da doença. Também nesta tarde, o Ministério da Saúde fez uma coletiva para informar que o Brasil tem 132 casos suspeitos de coronavírus, que os pacientes têm entre 8 e 82 anos de idade e que há outras 213 notificações que não chegaram a ser analisadas pelos técnicos antes da elaboração do boletim. (Veja mais abaixo). Brasil tem 132 casos suspeitos de coronavírus Após a coletiva, o G1 entrou em contato com a assessoria da SES-MG para obter mais informações sobre o sexo, idade e estado de saúde da pessoa com a suspeita confirmada para coronavírus. Em nota, a reportagem foi informada que um novo boletim deve sair nesta sexta-feira (28), onde poderá constar mais detalhes sobre o caso. A reportagem também procurou a Prefeitura de Juiz de Fora, mas a Administração também não deu informações sobre qual seria este caso. Paciente com possíveis sintomas Segundo repassado ao G1 pelo secretário de Saúde, Márcio Itaboray, na tarde da quarta-feira (26), a paciente que chegou da Itália esta semana em Juiz de Fora foi atendida no Hospital Doutor Mozart Teixeira (HPS) na terça-feira (25) e, no dia seguinte, foi transferida para o Hospital Doutor João Penido. Desde então, ela segue sendo tratada dentro do cumprimento de protocolo de isolamento. Paciente com possíveis sintomas de coronavírus passa por exames em Juiz de Fora, diz secretário de Saúde Paciente de Juiz de Fora com possíveis sintomas de coronavírus diz que se sentiu mal na Itália Na manhã desta quarta-feira, o G1 conversou com a paciente. Ela, que teve a identidade preservada, contou à reportagem que chegou a ficar horas sem receber informações sobre quais protocolos passaria e contou sobre os sintomas que teve após a viagem que fez à Itália. Hospital João Penido em Juiz de Fora Eliane Moreira/G1 Exame para detectar coronavírus ainda não foi realizado O G1 entrou em contato com a Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), responsável pelo Hospital Doutor João Penido, que informou nesta manhã por meio de nota, que o caso ainda não tinha sido notificado como suspeito e que as informações estão sendo apuradas para depois serem enviadas ao Ministério da Saúde. Por telefone, a assessoria de comunicação da Fhemig reforçou que a paciente está em isolamento por precaução e seguindo o protocolo clínico. A instituição também disse que o exame que detecta a presença do SARS-CoV2, vírus que causa a Covid-19, ainda não tinha sido realizado. A Fhemig explicou que o exame, que é feito através de amostras recolhidas de vias aéreas ou escarro, é feito em laboratório de referência, e não no hospital. O protocolo seguido por eles informa que as amostras são remetidas primeiro para a Fundação Ezequiel Dias (Funed) em Belo Horizonte e depois para a Fundação Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro, um dos três laboratórios de referência para a contraprova, estabelecido pelo Ministério da Saúde. Para a realização do exame, a Fundação necessita que a Prefeitura de Juiz de Fora notifique o caso junto ao Estado. Enquanto isso, a paciente segue isolada e em observação. Em nota, a Prefeitura de Juiz de Fora afirmou que "seguindo o protocolo de isolamento, a paciente foi encaminhada ao Hospital João Penido, que é o centro de referência para o caso, e que a próxima fase será realização de testes." Coronavírus no Brasil Ministério da Saúde também realizou entrevista coletiva nesta quinta-feira (27) Pedro Paulo Souza/Ascom MS Durante entrevista coletiva realizada pelo Ministério da Saúde na tarde desta quinta-feira, o secretário-executivo, João Gabardo dos Reis, afirmou que o Brasil tem 132 casos suspeitos: São Paulo (55), Rio de Janeiro (9), Minas Gerais (5), Santa Catarina (8), Rio Grande do Sul (24), Paraná (5), Distrito Federal (5), Goiás (3), Mato Grosso do Sul (2), Alagoas (1), Bahia (1), Ceará (5), Paraíba (1), Pernambuco (3) e Rio Grande do Norte (4). Na quarta-feira, o Governo Federal já tinha confirmado o primeiro caso positivo de coronavírus no país. Trata-se de um homem, de 61 anos, que mora em São Paulo e tinha estado na Itália. Esse foi o primeiro caso da doença no país e em toda a América Latina. Recomendações Os especialistas recomendam a “etiqueta respiratória” para evitar a transmissão: cobrir a boca com a manga da roupa ou braço em caso de tosses e espirros e sempre lavar as mãos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomenda que os serviços de saúde adotem protocolos de prevenção antes, durante e depois da chegada do paciente, com desinfecção e ventilação de ambientes. Para quem trabalha em pontos de entrada no país, como aeroportos e fronteiras, é recomendado o uso de máscaras cirúrgicas. Caso haja algum caso suspeito em aviões, navios e outros meios de transporte, é recomendado usar máscara cirúrgica, avental, óculos de proteção e luvas. A inspeção de bagagens deve ser feita com máscara cirúrgica e luvas. Ciclo do novo coronavírus Arte/G1 Initial plugin text
Como o coronavírus é transmitido?

Contágio do vírus causador da Covid-19 pode ser por vias respiratórias, por contato físico e por superfícies contaminadas. Entenda. A transmissão do novo coronavírus pode acontecer de formas diferentes, como por vias respiratórias, por contato físico ou por meio de superfícies contaminadas. Veja os cuidados para se prevenir contra o coronavírus A mais comum ocorre em vias respiratórias. Isso significa não apenas pelo ar, mas também por gotículas provenientes de espirros e da fala de indivíduos infectados. Coronavírus: entenda como ocorre o contágio e quais os sintomas Arte/G1 Por isso, segundo Wladimir Queiroz, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, especialista em doenças infecciosas e parasitárias e membro da Sociedade Brasileira de Infectologia, "a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que mantenha-se uma distância de 2 metros do indivíduo doente". Wladimir também apontou para a segunda forma de contágio, por contato. “O costume latino-americano de abraçar, beijar, manter contato mais próximo pode vir a ser um risco maior para essas culturas”, disse. É recomendável evitar esse tipo de contato físico. A contaminação também pode ser por superfícies não limpas. Por isso, é importante manter a limpeza do ambiente, que pode ser feita com produtos desinfetantes como álcool 70%, água sanitária ou até água com sabão. O Ministério da Saúde alerta também para que não seja feito o compartilhamento de itens pessoais, como talheres e toalhas. Veja outras perguntas e respostas sobre o coronavírus: Que produtos de limpeza matam o coronavírus? Quais são os sintomas da doença causada pelo novo coronavírus? Coronavírus: sintomas, risco no Brasil e tudo o que se sabe até agora Initial plugin text
Qual a taxa de mortalidade do coronavírus?
Ainda não há um percentual oficial, mas, de acordo com a OMS, taxa foi de 2% na China, primeiro país a registrar casos da doença causada pelo coronavírus. Ao G1, epidemiologista falou que falta de controle de casos impede estimativa. Entenda. Ainda não há um percentual oficial de mortalidade da Covid-19, causada pelo coronavírus, segundo Nancy Bellei, infectologista, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e consultora da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). A falta de uma taxa consolidada se deve ao fato de as organizações de saúde não terem o registro todos os casos da doença, como os de pacientes que têm o vírus mas não manifestam sintomas, por exemplo. Veja os cuidados para se prevenir contra o coronavírus "A gente ainda não conhece a pirâmide epidemiológica do vírus. Por exemplo, quantas são as pessoas assintomáticas que transmitem a doença, quantos têm o sintoma mas não vão para o hospital, quantos vão para o hospital e internam e, das que internam, quantas vão para a UTI. Ao fim, provavelmente não será nem 2% nem 0,7%", disse a infectologista. Embora ainda não exista um percentual oficial, até a última atualização desta reportagem a taxa de mortalidade era de 2% dos casos confirmados na China, primeiro país a registrar casos da doença, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Já fora da China, a taxa registrada foi de 0,7%. Veja outras perguntas e respostas sobre o coronavírus: Quais são os sintomas da doença causada pelo novo coronavírus? Que produtos de limpeza matam o coronavírus? Como o coronavírus é transmitido? Como se prevenir do coronavírus? Entenda a letalidade do coronavírus Initial plugin text
Governo do AM diz que monitora duas pessoas que estavam no mesmo voo que homem confirmado com coronavírus no Brasil

Segundo secretaria, são dois adultos da mesma família e, até o momento, eles não apresentam sintomas. Casos só são oficialmente reconhecidos como suspeitos após confirmação do Ministério da Saúde, o que ainda não ocorreu. Governo monitora duas pessoas que estavam no mesmo voo que o homem confirmado com coronavírus no Brasil. Rebeca Beatriz. G1/AM A Secretaria de Estado da Saúde (Susam) confirmou, nesta quinta-feira (27), que monitora duas pessoas que estavam no mesmo voo do homem de 61 anos que testou positivo para novo coronavírus no Brasil. Casos só são oficialmente reconhecidos como suspeitos após confirmação do Ministério da Saúde, o que ainda não ocorreu. A informação foi divulgada durante entrevista coletiva sobre ações de prevenção e controle de epidemias por síndromes gripais do Comitê Interinstitucional, que coordena as ações de prevenção e controle de epidemias na Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM). O alerta veio para o Amazonas depois que o Centro de Operações de Emergências em Saúde (COE) informou que duas pessoas do estado estavam no mesmo avião que o brasileiro infectado. O voo veio da França para Guarulhos (SP), na sexta-feira (21). Segundo a Fundação de Vigilância em Saúde, são dois adultos da mesma família. A diretora- presidente da Fundação de Vigilância em Saúde, Rosemary Costa Pinto, disse que até o momento eles não apresentaram nenhum sintoma do vírus, mas estão em observação. "Esses passageiros não têm sintomas, mas estão sendo acompanhados para saber se irão desenvolver alguns sintoma. Na eventualidade, essas pessoas vão ter coletadas amostras laboratoriais que vão ser examinadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública para o descarte de outros vírus respiratórios", disse. O diretor da Fundação de Medicina Tropical, Marcus Guerra, explicou que não há motivo para internação, pois não houve sintomas registrados até o momento. A recomendação é que eles não saiam de casa. "Estão sendo observados até que passe o período de incubação que é 14 dias. Como eles estão aqui há uma semana e só hoje que se teve o conhecimento, eles vão ser monitorados, em casa. Não foi detectado nenhum sintoma", informou Guerra. Um plano de contingência e atenção ao vírus foi montado no estado após a confirmação do primeiro caso de coronavírus no Brasil. De acordo com o governo, secretarias de saúde do Amazonas e de Manaus afirmam que Estado está preparado para enfrentar um eventual problema de saúde pública. O grupo que coordena as ações de monitoramento é formado por órgãos estaduais, municipais e federais. As ações de prevenção e controle aplicam orientações do Ministério da Saúde, definidas por protocolos da Organização Mundial de Saúde (OMS) e o comitê tem se reunido semanalmente desde que foi criado, em 28 de janeiro deste ano. Prevenção A principal medida de prevenção recomendada pelos médicos é lavar as mãos com frequência, com água e sabão, por pelo menos 20 segundos. Se não puder, vale utilizar álcool gel. Os médicos destacam ainda que é necessário evitar colocar as mãos sujas nos olhos, nariz ou boca e lembraram que é preciso cobrir o rosto com um lenço descartável ao tossir ou espirrar. Limpar objetos de uso frequente, como celular e a mesa de trabalho, com álcool gel, é outra medida sugerida pelos infectologistas. Initial plugin text

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